CONTROLE DE VETORES E ANIMAIS SINANTRÓPICOS

Vetores são invertebrados capazes de transmitir agentes infectantes (vírus, bactéria, protozoário ou parasita) de forma ativa (o vetor é infectado) ou passiva (o vetor não se infecta).

Sinantrópicos são animais que conseguem se adaptar, sobreviver e proliferar em ambientes diferentes dos seus locais de origem, como em áreas de grandes concentrações humanas. São considerados animais sinantrópicos: ratos, pombos, baratas, moscas, pulgas, escorpiões, aranhas, formigas, centopeias, taturanas, mosquitos, abelhas, vespas e morcegos. Os animais sinantrópicos afetam a qualidade de vida da espécie humana, pois estão relacionados à transmissão de diversas doenças.

A presença e a proliferação de vetores e animais sinantrópicos em um ambiente se dá em consequência de más condições higiênicas e sanitárias do local. 

Assim, este trabalho desenvolvido pela PUSP-CB tem como objetivo estabelecer estratégias adequadas de manejo e controle de vetores e animais sinantrópicos, buscando a reflexão, a capacitação e a participação da comunidade, procurando correlacionar a permanência e proliferação desses animais a atitudes ecologicamente incorretas associadas ao descarte irregular de resíduos e alimentos. Também visa propor soluções voltadas à manutenção de um ambiente ecologicamente equilibrado.

O serviço abaixo é realizado mediante solicitação por e-mail:

  • Assessoria às unidades para orientação na seleção e contratação de empresas de controle de pragas urbanas.

Controle permanente de animais sinantrópicos no campus Capital-Butantã:
O atendimento das diversas demandas relacionadas a vetores e animais sinantrópicos é realizado  mediante solicitação via ferramenta Sistema Campus.

Monitoramento e controle do Aedes aegypti no campus Capital-Butantã:

  • Está em andamento uma cooperação entre a PUSP-CB e a empresa BR3 Biotecnologia, cujo objetivo é a utilização do biolarvicida DengueTech® (produzido pela empresa BR3 e desenvolvido em parceria com a Fundação Instituto Oswaldo Cruz – Fiocruz), que tem efeito residual por 60 dias no controle de larvas do mosquito Aedes aegypti , transmissor da dengue, zika e chikungunya.
  • Desde de 2016, realizamos atividades com o objetivo de implantar o cronograma anual de campanha para a prevenção da proliferação do mosquito Aedes aegypti no campus Capital-Butantã, envolvendo as seguintes ações:
  • Mutirões de combate ao Aedes aegypti;
  • Campanhas anuais informativas sobre o Aedes aegypti para toda a comunidade uspiana;
  • Vistorias técnicas às mais diversas áreas do campus para diagnóstico e eliminação de mosquitos adultos ou larvas do mosquito Aedes aegypti;
  • Orientação com relação à manutenção e limpeza das áreas, com o intuito de impedir a presença de pragas e/ou criadouros de mosquitos nas diversas unidades do campus;
  • Constituição das Brigadas de Combate ao Aedes aegypti;
  • Encontros técnicos e treinamentos para os membros das Brigadas de Combate ao Aedes aegypti;

Para mais informações a respeito de controle de vetores, contate a bióloga Daniella Vilela, pelo telefone (11) 3091-4471 ou e-mail daniellavilela@usp.br.